原詩では、Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel 「僕らはみんなサンタの子どもだと思っていた」という部分が印象的ですが、さらに逸脱してこんなことになってしまいました。もちろん、日本の有名なクリスマスソングへのオマージュ(?)でもあります。録音が適当すぎるので、もう一度ちゃんとやりたいです。
↓こちらのサイトに素敵なちゃんとした訳があります。
http://bossapedia.blog.fc2.com/blog-entry-269.html
Anoiteceu O sino gemeu A gente ficou Feliz a rezar Papai Noel Vê se você tem A felicidade Pra você me dar
Eu pensei que todo mundo Fosse filho de Papai Noel Bem assim,felicidade Eu pensei que fosse uma Brincadeira de papel Já faz tempo que pedi Mas o meu Papai Noel Não vem
Com certeza já morreu Ou,então felicidade É brinquedo que não tem
Na terra em que o mar não bate Não bate o meu coração O mar onde o céu flutua Onde morre o sol e a lua E acaba o caminho do chão Nasci numa onda verde Na espuma me batizei Vim trazido numa rede Na areia me enterrarei Na areia me enterrarei
Ou então nasci na palma Palha da palma no chão Tenho a alma de água clara Meu braço espalhado em praia Meu braço espalhado em praia
E o mar na palma da mão No cais, na beira do cais Senti o meu primeiro amor E num cais que era só um cais Somente mar ao redor Somente mar ao redor
Mas o mar não é todo mar Mar que em todo mundo exista O melhor, é o mar do mundo De um certo ponto de vista De onde só se avista o mar A ilha de Itaparica A Bahia é que é o cais A praia, a beira, a espuma E a Bahia só tem uma Costa, clara, litoral Costa, clara, litoral
Bananeira não sei Bananeira será Bananeira sei não A maneira de ver Bananeira não sei Bananeira será Bananeira sei não Isso é lá com você Bananeira não sei Bananeira será Bananeira sei não A maneira de ver Bananeira não sei Bananeira será Bananeira sei não Isso é lá com você
Dá licença, dá licença, meu Senhô Dá licença, dá licença, pra yôyô Eu sou amante da gostosa Bahía, porém Pra saber seu segredo Serei Baiano também
Dá licença, De gostar um pouquinho só A Bahía eu não vou roubar, tem dó Ah! Já disse um poeta Que terra mais linda não há Isso é velho e do tempo que a gente escrevia Bahía com H!
Deixa ver, com meus olhos De amante saudoso A Bahía do meu coração Deixa ver, baixa do Sapateiro Charriou, Barroquinha Calçada, Tabuão
Sou um amigo que volta feliz Pra teus braços abertos, Bahía! Sou poeta e não quero ficar Assim longe da tua magia!
Deixa ver, teus sobrados, igrejas Teus santos, ladeiras E montes tal qual um postal
Dá licença de rezar pro Senhor do Bonfim Salve! A Santa Bahía Imortal, Bahía dos sonhos mil! Eu fico contente da vida Em saber que Bahía é Brasil! Salve! A Santa Bahía imortal, Bahía dos sonhos mil!
Cada palmeira da estrada Tem uma moça recostada Uma é minha namorada E essa estrada vai dar no mar
Cada palma enluarada Tem que estar quieta, parada Qualquer canção, quase nada Vai fazer o sol levantar Vai fazer o dia nascer
Namorando a madrugada Eu e minha namorada Vamos andando na estrada Que vai dar no avarandado do amanhecer Que vai dar no avarandado do amanhecer No avarandado do amanhecer No avarandado do amanhecer
『宇宙飛行士(アストロナウタ)』というタイトルで、Samba da Pergunta(質問のサンバ)というのは別名なのかサブタイトルなのでしょうか。気の利いた曲だと思います。
Ela agora mora só no pensamento Ou então no firmamento Em tudo que no céu viaja
Pode ser um astronauta Ou ainda um passarinho Ou virou um pé de vento Pipa de papel de seda Ou quem sabe um balãozinho Ou está num asteróide Pode ser a estrela d’alva Que daqui se olha Pode estar morando em Marte Nunca mais se soube dela
O Rio de Janeiro continua lindo O Rio de Janeiro continua sendo O Rio de Janeiro, fevereiro e março Alô, alô, Realengo – aquele abraço! Alô, torcida do Flamengo – aquele abraço! Chacrinha continua balançando a pança E buzinando a moça e comandando a massa E continua dando as ordens no terreiro Alô, alô, seu Chacrinha – velho guerreiro Alô, alô, Terezinha, Rio de Janeiro Alô, alô, seu Chacrinha – velho palhaço Alô, alô, Terezinha – aquele abraço! Alô, moça da favela – aquele abraço! Todo mundo da Portela – aquele abraço! Todo mês de fevereiro – aquele passo! Alô, Banda de Ipanema – aquele abraço! Meu caminho pelo mundo eu mesmo traço A Bahia já me deu régua e compasso Quem sabe de mim sou eu – aquele abraço! Pra você que me esqueceu – aquele abraço! Alô, Rio de Janeiro – aquele abraço! Todo o povo brasileiro – aquele abraço!
Nas noites claras de luar は「夏の夜はいつでも」としましたが、本当は「那須与一」ときこえて仕方がありません。
Brasil, meu Brasil brasileiro Meu mulato inzoneiro Vou cantar-te nos meus versos
O Brasil, samba que dá Bamboleio, que faz gingar O Brasil do meu amor Terra de Nosso Senhor Brasil! Brasil! Pra mim! Pra mim!
Ô, abre a cortina do passado Tira a mãe preta do cerrado Bota o rei congo no congado Brasil! Brasil!
Deixa cantar de novo o trovador À merencória luz da lua Toda canção do seu amor Quero ver essa Dona caminhando Pelos salões, arrastando O seu vestido rendado Brasil! Brasil! Prá mim! Prá mim!
Brasil, terra boa e gostosa Da morena sestrosa De olhar indiscreto
O Brasil, samba que dá Para o mundo admirar O Brasil do meu amor Terra de Nosso Senhor Brasil! Brasil! Prá mim! Prá mim!
Esse coqueiro que dá coco Onde eu amarro a minha rede Nas noites claras de luar Ô! Estas fontes murmurantes Onde eu mato a minha sede E onde a lua vem brincar
Ô! Esse Brasil lindo e trigueiro É o meu Brasil brasileiro Terra de samba e pandeiro Brasil! Brasil!
Amor a primeira vista Amor de primeira mão É ele que chega cantando, sorrindo Pedindo entrada no coração
O nosso amor já tem patente Em marca registrada, é amor que a gente sente Eu gravo até em disco todo esse meu carinho Todo mundo vai saber o que é amar certinho
Esse tal de amor não foi inventado Foi negócio bem bolado direitinho pra nós dois, foi ou não foi? Esse tal de amor não foi inventado
É pau, é pedra, é o fim do caminho, É um resto de toco, é um pouco sozinho É um caco de vidro, é a vida, é o sol, É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol É peroba do campo, é o nó da madeira, Caingá, candeia, é o Matita Pereira É madeira de vento, tombo da ribanceira, É o mistério profundo, é o queira ou não queira É o vento ventando, é o fim da ladeira, É a viga, é o vão, festa da cumeeira É a chuva chovendo, é conversa ribeira, Das águas de março, é o fim da canseira É o pé, é o chão, é a marcha estradeira, Passarinho na mão, pedra de atiradeira É uma ave no céu, é uma ave no chão, É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão É o fundo do poço, é o fim do caminho, No rosto o desgosto, é um pouco sozinho É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto, é um pingo pingando, É uma conta, é um conto É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando, É a luz da manha, é o tijolo chegando É a lenha, é o dia, é o fim da picada, É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada É o projeto da casa, é o corpo na cama, É o carro enguiçado, é a lama, é a lama É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã, É um resto de mato, na luz da manha São as águas de março fechando o verao, É a promessa de vida no teu coraçao
Não posso mais, ai que saudade do Brasil Ai que vontade que eu tenho de voltar Adeus América, essa terra é muito boa Mas não posso ficar porque O samba mandou me chamar O samba mandou me chamar Eu digo adeus ao boogie woogie, ao woogie boogie E ao swing também Chega de rocks, fox-trotes e pinotes Que isso não me convém Eu voltar pra cuíca, bater na barrica Tocar tamborim Chega de lights e all rights, good nights e faufaits Isso não dá mais pra mim Eu quero um samba feito só pra mim